Programação

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PROGRAMA INTERFERÊNCIAS

 

25 DE ABRIL

15H00 ABERTURA DE PORTAS

16H00 INAUGURAÇÃO – ENTRADA PALÁCIO

SALÃO PARA O SÉCULO XXI

16h15 ÀS 16H45 – ESCADARIA

Um salão do século XIX, que antes era visitado por aristocratas da sociedade Lisboeta, ganha uma nova vida. É habitado por obras de arte que gastam o seu tempo a refinar a sua forma de falar, de conversar. Não existe nada além dos seus corpos e da natureza escorregadia dos seus pensamentos. Neste salão, privilegiam-se conversas, o pensamento e o ócio que move o mundo.

Ficha Artística

Criação: Isabel Costa 

Performers: Filipa Matta, Frederico Barata, João Pedro Mamede e Isabel Costa 

Apoio à Dramaturgia: Daniel Gamito Marques 

HOME

17H00 – ESTÚDIO RIO

“Home” came from a need to step to the other side of the studio; transforming from dancer to creator and taking my first steps in a new direction. This piece is inspired by a summer of travel and reflection of being a foreigner in a strange land. As you enter this space I ask you what and where is home to you? Is it just a space you live? Is it where your loved ones are? Is it where you are now, or maybe a place you come from? Is it traditions, stories, memories? What and where is home for you?
Ficha Artística

Conceptual Ideas and choreography by Patricia Keleher;

Dancers: David J. Amado and Maria Barreto;

Original musical score by Christian Vismara;

Piano samples by Katerina L’dokova;

Interviews: Ronny Kartoffel, Ksenia Ashrafullina, David J. Amado, Katerina L’dokova, Nitin Shukla, Dawn Chan, Bayeta Mulato.

SUGAR COATING

18H00 – ESTÚDIO JARDIM

“Sugar Coating é uma tentativa de tornar o futuro mais doce, enquanto esperamos pela morte.

Ou é também um manifesto sobre Utopias do Fracasso.

Ou uma tentativa de não esquecer as coisas, quando o futuro chegar.

Ou ainda uma viagem para chegar ao horizonte.
Ficha Artística

Criação: Mafalda Miranda Jacinto
Apoio: Interferências, Companhia Olga Roriz / Interferências 2019
Agradecimentos: Andresa Soares, João Estevens, João Leitão, Joana Sousa, Silly Season

 

FLECHA colônia in site specific

19H30 – JARDIM SUPERIOR

OBJETO PONTIGUDO DISPARADO NO AR EM ALTA VELOCIDADE PERFURANTE E ANCESTRAL ATO DE REIVINDICAR CORPOS IMPOSSÍVEIS DANÇA REVOLTA GRITO TORTO FEITO FACA MÁSCARA DE PELE ARRANCADA CUSPE FURANDO CHÃO RECONQUISTA DE TERRITORIO ENGASGO SOBRE O CINISMO OU PRA TE LEMBRAR DO GENOCIDIO UMA TAPA NA CARA PRA REAVIVAR A MEMÓRIA UM EBÓ PARA TORNAR O FUTURO POSSÍVEL.
Ficha Artística

Concepção e performance: Luara Learth Moreira

Trilha: Letícia Fialho

 

SALÃO PARA O SÉCULO XXI

20H45 ÀS 21H15 – ESCADARIA
Um salão do século XIX, que antes era visitado por aristocratas da sociedade Lisboeta, ganha uma nova vida. É habitado por obras de arte que gastam o seu tempo a refinar a sua forma de falar, de conversar. Não existe nada além dos seus corpos e da natureza escorregadia dos seus pensamentos. Neste salão, privilegiam-se conversas, o pensamento e o ócio que move o mundo.

Ficha Artística
Criação: Isabel Costa
Performers: Filipa Matta, Frederico Barata, João Pedro Mamede e Isabel Costa
Apoio à Dramaturgia: Daniel Gamito Marques

 

TRAVESSIA_TRAJECTÓRIA 2

21H30 – TANQUE
A travessia de uma mulher nua em si. Que procura. Que se procura. Uma mulher que está só e é polvo. Que se revela desdobrando-se em múltiplas linguagens e pondo a descoberto partes suas numa tentativa incessante de se perceber. Baralha-as e combina- as. “Sozinha no mundo sem mundo sem nada” joga com elas como se joga a vida!

Ficha Artística
Concepção, criação, interpretação, voz off, captação de vídeo e técnica de luz, som e vídeo: Marta Jardim
Agradecimentos: Catarina Câmara e Olga Roriz – Acompanhamento à criação “Travessia Trajetória1”
Cedência de material técnico: Miguel Figueiredo e Eduardo Sérgio
Captação de alguns excertos de vídeo: Joana Batista

 

MUSCULUS

22H15 – JARDIM SUPERIOR
Como voltar a ser uma mulher neandartal no século XXI? Transformar o corpo performático enquanto manifestação da distorção da imagem humana comum. Incorporar a mulher ancestral ao voltar às origens do género feminino para perceber que elementos comportamentais ficaram perdidos no tempo. A heterosexualização do desejo exige e institui a produção de oposições discretas e assimétricas entre “feminino” e “masculino”, entendidas como atributos expressivos de “macho” e “fêmea”. A matriz cultural por meio da qual a identidade de género se tornou inteligível exige que certos tipos de “identidades” não possam “existir” – isto é, aquelas em que o género não é consequência do sexo e aquelas em que as práticas do desejo não são “consequência” nem do sexo, nem do género.

Ficha Artística
Conceito e performance | Beatriz Dias
Olhar externo | André de Campos
Ambiente sonoro (ao vivo) | Miguel Lucas Mendes
Cenografia | André de Campos

 

NOTHING’S SACRED

23H00 – ESTÚDIO CENTRAL
Depois de MADRIGAL, um espetáculo onde o sagrado é o centro autobiográfico, surge agora em NOTHING’S SACRED o caminho para o seu reverso, da hierofania para a dessacrilização da existência tendo como ponto de partida a  teoria filosófica OOO (object-oriented ontology) de Graham Harman que recusa o privilégio da existência humana perante o que não é humano, permitindo uma mudança de paradigma em relação à consciência colectiva e ocidentalizada do que nos rodeia, pondo em causa e questionando a própria noção de natureza. Sendo a realidade imperfeita e incompleta, o que vejo quando olho para uma montanha, para uma pedra, ou para uma pintura? Se há uma dimensão essencial que nos escapa, onde é que ela habita?

Ficha Artística
Conceptual Ideas and choreography by Patricia Keleher;
Dancers: David J. Amado and Maria Barreto;
Original musical score by Christian Vismara;
Piano samples by Katerina L’dokova;
Interviews: Ronny Kartoffel, Ksenia Ashrafullina, David J. Amado, Katerina L’dokova, Nitin Shukla, Dawn Chan, Bayeta Mulato.

 

26 DE ABRIL

SALÃO PARA O SÉCULO XXI

16h15 ÀS 16H45 – ESCADARIA

Um salão do século XIX, que antes era visitado por aristocratas da sociedade Lisboeta, ganha uma nova vida. É habitado por obras de arte que gastam o seu tempo a refinar a sua forma de falar, de conversar. Não existe nada além dos seus corpos e da natureza escorregadia dos seus pensamentos. Neste salão, privilegiam-se conversas, o pensamento e o ócio que move o mundo.

Ficha Artística

Criação: Isabel Costa 

Performers: Filipa Matta, Frederico Barata, João Pedro Mamede e Isabel Costa 

Apoio à Dramaturgia: Daniel Gamito Marques 

 

HOME

17H00 – ESTÚDIO RIO

“Home” came from a need to step to the other side of the studio; transforming from dancer to creator and taking my first steps in a new direction. This piece is inspired by a summer of travel and reflection of being a foreigner in a strange land. As you enter this space I ask you what and where is home to you? Is it just a space you live? Is it where your loved ones are? Is it where you are now, or maybe a place you come from? Is it traditions, stories, memories? What and where is home for you? 

Ficha Artística

Conceptual Ideas and choreography: Patricia Keleher; 

Dancers: David J. Amado and Maria Barreto;

Original musical score: Christian Vismara;

Piano samples: Katerina L’dokova; 

Interviews: Ronny Kartoffel, Ksenia Ashrafullina, David J. Amado, Katerina L’dokova, Nitin Shukla, Dawn Chan, Bayeta Mulato.

 

CAPRICHO #12 JOGO DE ESPELHOS

17H30 CAPRICHO #12 JOGO DE ESPELHOS – ESTÚDIO CENTRAL
Começamos pela rotina, an ecology of mind. Um ensaio por m~es entre Janeiro e Dezembro de 2018 com um intuito meramente exploratório, em torno de detalhes que caracterizam as improvisações no campo da dança e as improvisações no campo da música. O estúdio-casa-deespelhos tornou-se motor de um capricho de descoberta alimentado por “improvisação”. Mastigando a matéria da “dança” e a matéria da “música”, o capricho vive de paradoxos, dobras e inversões. O trabalho resulta da montagem de todo um conjunto de paisagens que resistem e vivem no processo e no percurso contidos na operação poética de Capricho #12.

Ficha Artística
Proposta: Sílvia Pinto Coelho
Co-criação e música ao vivo: Ricardo A. Freitas. Interpretação: Sílvia Pinto Coelho e Bruno Caracol (performance) Vídeo: Nuno Cera
Desenho de cena e de luz: Bruno Caracol
Produção, assistência dramaturgica: Marta Moreira

SUGAR COATING

18H30 – ESTÚDIO JARDIM
“Sugar Coating é uma tentativa de tornar o futuro mais doce, enquanto esperamos pela morte.
Ou é também um manifesto sobre Utopias do Fracasso.
Ou uma tentativa de não esquecer as coisas, quando o futuro chegar.
Ou ainda uma viagem para chegar ao horizonte.

Ficha Artística
Criação: Mafalda Miranda Jacinto
Apoio: Interferências, Companhia Olga Roriz / Interferências 2019
Agradecimentos: Andresa Soares, João Estevens, João Leitão, Joana Sousa, Silly Season

FLECHA colônia in site specific

19H30 – JARDIM SUPERIOR
OBJETO PONTIGUDO DISPARADO NO AR EM ALTA VELOCIDADE PERFURANTE E ANCESTRAL ATO DE REIVINDICAR CORPOS IMPOSSÍVEIS DANÇA REVOLTA GRITO TORTO FEITO FACA MÁSCARA DE PELE ARRANCADA CUSPE FURANDO CHÃO RECONQUISTA DE TERRITORIO ENGASGO SOBRE O CINISMO OU PRA TE LEMBRAR DO GENOCIDIO UMA TAPA NA CARA PRA REAVIVAR A MEMÓRIA UM EBÓ PARA TORNAR O FUTURO POSSÍVEL.

Ficha Artística
Concepção e performance: Luara Learth Moreira
Trilha: Letícia Fialho

 

EM LINHA – Uma peça para matadouros

20H45 – JARDIM INFERIOR
Quanto tempo temos para falar?
Quanto tempo temos para ser ouvidos?
Quantos esperam à nossa frente?
São porcos, vacas, galinhas, são carne, são gente que espera em fila pela sua morte, que nos vê passar de olhos nos pés ou no relógio, com um braço no ontem e uma perna no amanhã.
E nós, criadores das linhas de abate, que julgamos fugir à fila por sermos racionais, aguardamos afinal a morte, desmanchados pelo tempo, pela falta de tempo, pela necessidade de tempo. Na mais cruel das esperas, fazemos do estar em linha – estar online -, a única forma de sobrevivência.

Ficha Artística
Um projeto de Carolina Puntel, Isabel Milhanas Machado, Joana Ricardo e Rodolfo Freitas

Música: Luís Furtado, Pedro Mafama

Produção: Coletivo Câmara

 

TRAVESSIA_TRAJECTÓRIA 2

21H30 – TANQUE
A travessia de uma mulher nua em si. Que procura. Que se procura. Uma mulher que está só e é polvo. Que se revela desdobrando-se em múltiplas linguagens e pondo a descoberto partes suas numa tentativa incessante de se perceber. Baralha-as e combina- as. “Sozinha no mundo sem mundo sem nada” joga com elas como se joga a vida!

Ficha Artística
Concepção, criação, interpretação, voz off, captação de vídeo e técnica de luz, som e vídeo: Marta Jardim
Agradecimentos: Catarina Câmara e Olga Roriz – Acompanhamento à criação “Travessia Trajetória1”
Cedência de material técnico: Miguel Figueiredo e Eduardo Sérgio
Captação de alguns excertos de vídeo: Joana Batista

MUSCULUS

22H15 – JARDIM SUPERIOR
Como voltar a ser uma mulher neandartal no século XXI? Transformar o corpo performático enquanto manifestação da distorção da imagem humana comum. Incorporar a mulher ancestral ao voltar às origens do género feminino para perceber que elementos comportamentais ficaram perdidos no tempo. A heterossexualização do desejo exige e institui a produção de oposições discretas e assimétricas entre “feminino” e “masculino”, entendidas como atributos expressivos de “macho” e “fêmea”. A matriz cultural por meio da qual a identidade de género se tornou inteligível exige que certos tipos de “identidades” não possam “existir” – isto é, aquelas em que o género não é consequência do sexo e aquelas em que as práticas do desejo não são “consequência” nem do sexo, nem do género.

Ficha Artística
Conceito e performance: Beatriz Dias
Olhar externo: André de Campos
Ambiente sonoro (ao vivo): Miguel Lucas Mendes
Cenografia: André de Campos

CRIAREI APENAS O QUE NÃO CONSIGO IMAGINAR

23H00– ESTÚDIO CENTRAL / JARDIM / RIO / CAPELA
Estamos agora a meio caminho de um fim que desconhecemos. O ponto de ordem é: partilhar tempo e espaço nas salas do palácio. E faz-se caso de preencher a ocasião com algumas das matérias que nos trouxeram até aqui. Coloca-se uma coisa em relação a outra, e uma terceira aparece. O que também acontece entre quem faz e quem vê. É como entrar no campo gravitacional de um outro corpo e aproveitar a força que se exerce sobre o nosso. Sai-se do encontro com uma nova trajectória, em continuação do movimento inicial. Uma maneira de criar algo, senão a única, por força da contingência do que se nos vai apresentando. Relação com relação com relação, à força de querer nem tudo saber.

Ficha Artística
Direcção Coreográfica: Carlos Manuel Oliveira
Performance: Carlos Manuel Oliveira, Elizabete Francisca, Luís Guerra
Instalação: Tiago Gandra
Produção: COTÃO – Associação Cultural / Co-produção: Santarém Cultura / Teatro Sá da Bandeira
Apoio: Fundação GDA / Residências: 23 Milhas; Luzlinar; Companhia Olga Roriz; Santarém Cultura

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